Oportunidades de Empregos
quarta-feira, 3 de setembro de 2025
quarta-feira, 27 de agosto de 2025
Qual
a pior pergunta?
Sabe aquele momento que
alguém faz aquela pergunta delicada? Hã! Ou você nunca passou por isso? Ah!
Você não entendeu. Ok. Vou com mais calma hoje. Só hoje. Então, me acompanhe.
Vem comigo! Vamos lá. Você se prepara, estuda, se concentra, tem reações adversas,
se prepara, estuda e bingo. Aquela, aquela mesmo. Aquela que você não esperava,
é a sorteada da vez. Você fica sem reação. Não sabe pra onde olhar. O que fazer
neste momento? O momento da pior pergunta da sua vida!
Esse pode ser o momento. Quando
a sua mãe pergunta; quando o seu pai pergunta; quando a sua avó pergunta;
quando a sua namorada pergunta; quando o seu namorado pergunta; quando a sua
noiva pergunta; quando a sua esposa pergunta; quando o seu filho (a) pergunta;
quando o selecionador (a) daquela oportunidade tão sonhada no mercado de
trabalho pergunta; aquele momento final do processo seletivo para aquela tão
sonhada bolsa de estudos... E assim vai! Acredite a pior pergunta virá.
Leitor, o que eu estou
querendo com o assunto de hoje? Você deve estar se perguntando. Você quer saber
mesmo? Sim. Ok. O que eu quero com o tema de hoje é. Dois pontos. “Respostas”.
É isso. Respostas. Não entendeu ainda? Por favor, releia o título do assunto de
hoje. Releu? Então, vou continuar.
Qual a pior pergunta. Você
já percebeu que hoje em dia todo mundo possui a resposta para tudo? Todo mundo
sabe tudo. É incrível. Você não consegue conversar com ninguém. A pessoa já
sabe a resposta para os teus dilemas. Em um minuto de conversa, você já sai com
a solução de todos os problemas existenciais. Todo mundo é especialista.
O que está acontecendo
com as perguntas? Por que você precisa saber tudo? Por que essa agonia em
responder? Essa ansiedade? É uma “loucurada”. Pare para ouvir. E faça
perguntas! Aqui, neste momento, eu entrego a dica mais preciosa do assunto
desta semana – faça perguntas! Evite as respostas.
Preste atenção. Existem
mais perguntas sem respostas, do que perguntas respondidas. Então faça
perguntas. Seja um perguntador! Na vida, seja um perguntador. Ouviu? Faça
perguntas! Sabe aquele momento que você deseja responder, sem ser perguntado.
Não responda. Faça a pergunta. Pergunte. Você vai se surpreender com as
respostas. Não tenha medo das respostas. As respostas vão te sacudir. Quanto
mais perguntas você fizer, mais você aprende.
As perguntas são tão
importantes que nos momentos mais importantes da sua vida profissional e da sua
vida pessoal, alguém vai lhe perguntar – “você possui alguma pergunta?” Ou não?
Vão sim. E aí, você saberá fazer a pergunta certa?
Opa! Lembrando. Não
existe a pergunta certa. O mais importante é perguntar. Naquela hora, pergunte.
Depois daquela hora, é tarde demais. A hora é agora de perguntar. Experimente.
Pergunte. Tenha coragem.
Aquela pessoa pode estar esperando a sua pergunta. E você só vem com respostas! Mude. Ouse perguntar. O que isso vai mudar na sua vida, quando você fizer perguntas em vez de dar repostas, muda tudo. Tudo mesmo. Enfim, eu ousei em provocar você. Vou finalizar o texto de hoje por aqui. Mas, antes me diga: qual a sua pior pergunta? Pense nisso. No mais, Fé em Deus e sucesso!!
quarta-feira, 20 de agosto de 2025
Data
de validade
Agora mesmo, antes de
sentar aqui para escrever o texto de hoje, eu fui a geladeira e peguei o meu
ácido dermatológico para passar no meu rosto, é uma recomendação médica, passar
todas as noites e lavar bem o rosto pela manhã. E sem dúvida, usar o protetor
solar todos os dias, inclusive em dias nublados e chuvosos. O ácido é para
reduzir as manchas causadas pelo excesso de melanina que são ativadas pelo sol.
E, eu guardo na geladeira por motivos de conservação.
Mas o que eu quero dizer
é o seguinte. Dois pontos. É que antes de passar o ácido no meu rosto eu
verifiquei a data de validade no rótulo da embalagem. E, o mesmo venceu ontem.
Ou seja, data de validade vencida. O que eu fiz? O lógico, claro! Joguei no
lixo.
E para não esquecer, procurei
o meu bloco de lembretes e anotei um recado para mim mesmo, amanhã ligar para a
farmácia de manipulação e pedir um novo manipulado do meu ácido dermatológico.
Simples assim. Percebeu o cuidado? Não. Vou seguir.
O que eu quero com o tema
de hoje? É falar de um assunto muito importante. Muito importante mesmo. Não só
para mim, mas para você também. Ficou curioso? Eu espero que sim. Se não. Tudo
bem. Não vou ficar chateado. Quando puder, ou quando a curiosidade bater pode
voltar aqui no blog e ler a hora que quiser. Este texto ficará aqui para
sempre. Estas palavras não possuem data de validade. São atemporais. Entendeu?
Vamos lá. A minha mãe,
tem 82 anos de idade. É uma mulher muito esperta. Mas não respeita data de
validade. Dificilmente descarta algo vencido. Me falta argumento para lhe falar
a importância de se respeitar a data de validade. Ela me dá de ombros. Ou seja,
ela não dá a mínima. E você, como lida com as datas de validades da vida?
Atentai bem. Como
professor de química, e engenheiro químico de profissão, preciso lhe alertar
que é de fundamental importância respeitar as datas de validades dos produtos.
Sejam estes industrializados ou não. Ou você ainda não percebeu que até a
banana da sua fruteira possui uma data de validade para ser consumida? Hã?
Pois bem. Para uma vida
saudável, respeite a data de validade. Se você não sabe, a Agência Nacional de
Vigilância Sanitária (Anvisa) é o órgão responsável por fiscalizar e
estabelecer regras sobre a rotulagem de alimentos, incluindo a data de
validade. E qual a importância disso? A sua saúde. Só isso. Simples assim.
Então por que não respeitar? Falta de informação, talvez. Não sei. O fato é que
ou você respeita, ou fica por sua conta e risco. Entendeu?
E como viver assim? Não
sei. Eu não consigo. Prefiro respeitar as regras. Se você não respeitar que o
passa no seu corpo ou o que ingere, como vai respeitar as pessoas no dia a dia?
Como vai respeitar os animais? Como vai respeitar o seu chefe? Como vai
respeitar os seus pais? Como vai respeitar as autoridades? Como vai respeitar a
natureza? Hã?
Agora me diz. É ou não é
um assunto importante, o tema de hoje? Pense por alguns instantes. Enquanto
você pensa vou continuar para encerrar. Como bom entendedor da química, lhe
asseguro que todos os produtos possuem data de validade. A partir daquele
período da data de validade a sua ação fica comprometida. E pior pode lhe
causar mal. Fique atento.
Dito isso. E para encerrar o texto de hoje, vou lhe dizer que não são só os produtos que possuem datas de validade. Se você parar pensar, se é que ainda não pensou nisso, tudo tem data de validade. Ou não? Sua vida; sua vida profissional; seu relacionamento; seu carro; sua bicicleta; seu cavalo; seu smartphone... Vou deixar você pensando nisso. No mais, Fé em Deus e sucesso.
quarta-feira, 13 de agosto de 2025
Trabalhar
é muito bom
Eu não sei você, mas eu
amo trabalhar. Sim. Amo. Não sei ficar em casa sem fazer nada. Calma. Eu me
explicarei. Se você me deixar tecer algumas palavras em minha defesa, acredito
que posso me justificar. Pode ser que eu me estenda um pouco. Peço paciência.
Não, não vai ser um texto de afirmações daquilo que você tem que cumprir ou
fazer. Não. É somente um texto. Isso, somente um texto com palavras que dizem
algo, ou melhor, que revelam algo.
Pelo disse e pelo não
disse, eu vou dizer. Trabalhar é muito bom. Se você neste momento está me dando
de ombros, é porque você, realmente não gosta do que faz. Isso mesmo. Não
gosta. Não estou falando em ser um workaholic, não é isso. Que fique bem
claro. A palavra de hoje é – equilíbrio.
Vou tentar ir direto ao
ponto. Não quero irritar você. Ou causar algum incomodo, com palavras
destravadas que saem ao léu para enredar um texto alinhado aos que eu escrevo
semanalmente aqui neste blog; que só você lê. E, eu, na minha humilde esperança
de ganhar mais algum leitor, vou espremendo as palavras pelo seu dizer. Como já
disse Graciliano Ramos, “a palavra não foi feita para enfeitar, brilhar como o
ouro falso; a palavra foi feita para dizer.”
Vou dizer. Se você não
tem tesão para ir trabalhar, peça demissão. Disse. Entendeu? Agora eu senti que
posso perder meu único leitor deste meu blog. Senti. Percebi que fui muito
direto ao ponto. Se é possível ser muito a ir direto. Ou se vai direto e ponto.
Você entendeu? Não, nem eu. Mas, não desista da leitura. Vou usar palavras mais
brandas. Talvez. Se eu escrevo, é para causar, caso contrário, não teria
sentindo escrever. Pelo menos para mim. Espero que você me entenda.
Voltando ao assunto de
hoje. O trabalhar com tesão! Com vontade. Com determinação. Com amor. Com
orgulho. Com paixão... Complete você os três pontinhos. Ou você abraça a sua
vida profissional com se fosse o amor da sua vida, ou você coloca um ponto
final na relação. E você sabe melhor do que eu que alguns pontos finais não são
perdas, e sim livramentos. Ou você prefere ficar se entupindo de drogas para
manter o equilíbrio?
Não sei você, mas, eu
prefiro a incerteza de algo novo; do que me entupi de medicamentos. Isso faz
sentido para você? Pelo sim, ou pelo não, estou fazendo meu papel de cutucar
você. De fazer você pensar no assunto. É, eu sei, o tema é delicado! Mas fica o
alerta para os jovens. Se é que algum jovem lê. Acredito que já faz tempo que
perdemos a atenção dos jovens para as telas de smartphones. Duvido que algum
jovem está lendo este texto. Se você é um jovem e lê, me escreve, por favor. Me
envia uma mensagem no whastApp. Vou esperar!
Dito isso. Preciso encerar o texto de hoje. É preciso. Mas, não sei como. O fato é. Procure outro emprego. Vá. Arrisque. Sem medo. Eu digo isso, se caso você não gosta do que está fazendo, ou o que estão fazendo com você no seu atual emprego. Ou no seu atual trabalho. Fui claro? Então. E se você é jovem em início de carreira, ou ainda nem iniciou a sua vida profissional, preste atenção – escolha uma carreira profissional que você não precise trabalhar um único dia da sua vida. Entendeu? Não. Me explico. Quando a gente faz o que gosta, a gente não trabalha, se diverti. Escolha algo que você ama para ser a sua carreira profissional. Acho que ficou melhor agora. Pense nisso! Fé em Deus e sucesso.
Oportunidades de Empregos
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quarta-feira, 6 de agosto de 2025
Tenho medo de altura
Na última sexta-feira de
férias, do recesso escolar de julho, após quatro anos de intenção, resolvi
encarar a trilha do morro Cambirela. Todas as vezes que senti vontade de partir
para o Cambirela fui desencorajado por amigos e colegas. Na verdade, me faltava
coragem. Todos os avisos eram para subir com um guia. Fui sem guia. Somente eu
e minha namorada. Não conseguimos chegar ao cume. Vou revelar os detalhes para
você. Ficou curioso? Vem comigo então!
Mas antes, deixe-me
relatar como tudo começou. Fazer trilhas é um dos meus hobbies. Caminhar me faz
bem. Fazer trilha em meio a mata e/ou a
beira mar é sensacional. Minha primeira trilha oficial foi no verão de 2021. Mais
precisamente, em fevereiro daquele ano, em pleno carnaval. É, deixei o carnaval
de lado e fui fazer trilha. E, na minha opinião pessoal, a melhor escolha.
Resolvi acompanhar um
grupo de trilheiros na trilha da praia vermelha em Garopaba. Essa trilha é a
beira mar e inicia na praia do ouvidor, passa pela praia vermelha e termina no
rosa norte. As belezas naturais são incríveis. São mais ou menos quatro horas
de trilha. Ida e volta. Vale muito a pena. Amei. Daí pra diante não parei mais
de fazer trilhas.
E o morro do Cambirela,
sempre lá. Aquele desejo. Todos falam da trilha do Cambirela. Do visual lá de
cima. Convites em grupos de trilheiros não me faltaram. Não fui. Mas, sempre
pesquisei vídeos, fotos e comentários sobre a trilha. E quando passava na BR
101 em direção a Florianópolis o meu olhar sempre admirava o morro Cambirela. E
o desejo de subir a trilha e curtir o tal visual só aumentava.
Pra quem curti fazer
trilha entende o que estou falando. Se você não fez nenhuma trilha, recomendo
começar. Não pelo Cambirela, é claro. Comece por alguma trilha próxima da sua
residência. No meu caso, fiz várias trilhas próximas a minha residência. E
continuo fazendo. É muito divertido.
E o morro do Cambirela?
Calma. Já vou subir com você. foi essa calma que me manteve na intenção durante
quatro anos. Mantive a calma. Não era a hora. Eu sabia que um dia essa hora
iria chegar. Não entendo nada de subida de montanhas. Mas fui. O que pesquisei
antes? O tempo de subida e descida. Só isso. Vi muitos vídeos no YouTube. E só.
Convidei minha namorada e partimos.
Todas as previsões
indicavam mais ou menos seis horas de trilha, ida e volta. Então saímos cedo de
casa. Saímos de Laguna, 5h45min da manhã. Dia de muito vento nordeste. Mesmo
assim fomos. Na mochila, água, frutas, ovos cozido de galinha e muita
disposição. Começamos a trilha às 7h35min.
Só para você entender
para quem não conhece, a trilha do morro do Cambirela é classificada como
difícil. Fomos sem guia. No início da trilha tudo é festa. Após mais ou menos
1h de caminhada o bicho pega! É só subida íngreme. É puxado. Destaco que, o
morro do Cambirela vai te exigir. Sugiro preparação antes. À medida que se vai
subindo o visual vai se revelando. É incrível.
Vou resumir os fatos a
partir de agora. Antes que você desista da leitura. Já vou adiantando que,
optamos por não continuar a subir até o cume. E afirmo que foi a melhor escolha.
Chegamos ao nosso limite físico e mental. Isso aconteceu 3h depois do início da
trilha, ou seja, estávamos quase lá.
Porém, num ponto
descampado com solo em barro vermelho escorregadio, desprotegido da mata, ao
lado da perambeira o vento noroeste bateu muito forte. Foi neste momento que
escolhemos retornar. Ah! É importante destacar, caso você sinta o desejo de
explorar o morro do Cambirela, lembre-se que a descida também vai te exigir
muito. Muito mesmo. Reafirmo, prepare-se antes. Faça trilhas mais leves e assim
por diante. Ok? E, por favor, se você for subir o morro Cambirela, ou se já
foi, me escreva uma mensagem me contando como foi. Conto com você!
Então, sabe aquele meu
medo que eu revelei para você lá no título do assunto de hoje? É, o medo de
altura. Esse mesmo! Lá em cima é muito alto. E com o vento noroeste soprando em
rajadas a melhor escolha foi feita. Vamos voltar. Não chegamos ao cume. Mas
valeu a pena. A aventura é desafiadora. É possível subir sem guia? Não
recomendo. Mas é possível. A trilha é bem sinalizada.






























































